Eu não sei NADA de moda!

E como isso pode ser um problema (ou não).

¯__(ツ)__¯

 

Talvez o meu primeiro contato com o mundo da moda tenha vindo das revistas de costura que a minha mãe assinava. E eu sempre amei ler revistas de costura, assim como eu sempre amei ler qualquer revista quer conseguisse colocar as mãos.

Mais tarde, como toda boa pré-adolescente, eu passei a comprar aquelas revistas pra garotas que giravam sempre nos assuntos moda-beleza-comportamento. Engraçado que a maioria das revistas femininas falam basicamente sobre isso, então vamos acreditando que nos interessamos por esses assuntos. Apesar disso, estudar em uma escola com uniforme obrigatório e mais uma série de outros fatores fizeram com que eu tivesse que me preocupar bem pouco com o que vestir.

(Dentre os fatores inclui uma fase de revolta adolescente contra “tudo que é fútil” e claro que se preocupar com roupas entrava nessa categoria hahaha).

Foi só na época da faculdade e consequentemente, do estágio, que eu tive realmente que me preocupar com o que vestir. Assim sendo, passei a me aventurar nas versões modernas das revistas: blogs e Pinterest.

Assim, juntando a fome com a vontade de comer, comecei a comprar roupas que levaram a looks questionáveis e pilhas de roupas que nunca eram usadas ou se eram usadas, eram usadas apenas um vez. Para vocês terem uma ideia, faz um tempo já que eu fiz um post mostrando a quantidade de roupas que eu doei porque eu não usava e, acreditem, depois disso já mandei muito mais roupa embora.

Uma das coisas que abriram meus olhos foi ler o livro “A Mágica da Arrumação” e conhecer o método KonMari. Esse método, a autora do livro explica, consiste em jogar fora tudo que não te traz felicidade, o que é um conceito bem difícil de ser seguido à risca, mas já dá pra ajudar na arrumação da casa e da vida. Outra questão foi conhecer o conceito de armário-capsula, no qual separamos um número mínimo de roupas para passar a estação (igual quando uma revista faz uma matéria do tipo “Passando uma semana com as mesmas X peças de roupa”). Ainda não consegui montar o meu armário-capsula, mas o desse conceito é você estudar que cores e tipos de roupas “ficam bem” em você e obviamente, nas que você se sente bem usando. É um ótimo exercício de auto-conhecimento e busca do seu próprio estilo.

Untitled design

Um pesadelo                                                            Simples e seguro

Lições aprendidas:

  1. Eu ainda detesto sair pra comprar roupa, mas ter coisas legais e bonitas no guarda-roupas é muito bom, então se faz necessário entrar em um provador de vez em quando.
  2. Eu não preciso comprar o que a revista/internet diz que eu tenho que usar se eu não vou me sentir bem usando, mas compensa comprar aquela uma peça “da moda” que eu achei bonita e vou querer usar por bastante tempo.
  3. Eu não preciso me preocupar com moda pra conseguir me vestir bem, às vezes manter um estilo básico e simples é melhor do que ficar estressando sobre como combinar 1001 cores ou peças de roupas.

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